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terça-feira, 22 de junho de 2010

Riscos da alimentação com leite artificial!

Riscos da alimentação com leite artificial

Neste artigo fez-se uma revisão dos riscos associados à alimentação das crianças com leite artificial, nomeadamente dos riscos para a criança, para a mãe, para o ambiente e para a sociedade. Na criança está aumentado o risco, entre outros, de mortalidade, gastroenterite aguda, otite, infecção respiratória baixa, asma e atopia, doença celíaca, diabetes mellitus tipo 1, doenças inflamatórias do intestino, leucemias agudas e linfomas, obesidade, diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e colesterol, morte súbita do lactente e má-oclusão dentária. Na mãe está aumentado, entre outros, o risco de cancro da mama, cancro do ovário, obesidade, enfarte agudo do miocárdio, diabetes mellitus tipo 2, depressão pós-parto, doença da vesícula biliar e steoporose.
Para o ambiente, alimentar com leite artificial aumenta o consumo de recursos que começam a escassear, e a acumulação de lixo não-biodegradável. Para a sociedade, há repercussões nos orçamentos familiar e do estado e consequências relacionadas com a alteração da vinculação mãe-bebé.
Procurou-se com este artigo reforçar a importância da promoção, protecção e apoio do aleitamento materno.
Autor(es)
Mónica Pina,Carlo Volpato

P.S: Se quiserem o artigo completo podem me pedir por email!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Uaaaauuuuu!! Leite materno combate cancro!!!

Que tem centenas de vantagens já eu sabia, mas esta deixou-me literalmente de boca aberta!!

Que descoberta fantástica!!=)


Leite materno combate cancro


O composto agora descoberto pode transformar-se numa substância comum para o tratamento oncológico, no espaço de cinco anos.

As vantagens da amamentação exclusiva dos bebés acabam de ganhar um forte argumento com a descoberta, feita por uma equipa da Universidade de Gotemburgo, de que o leite materno possui um composto que ataca decisivamente as células cancerígenas e que pode ser decisivo na prevenção oncológica desde muito cedo.

Denominado HAMLET – da expressão inglesa «Human Alpha-lactalbumin Made Lethal to Tumor Cells» – o composto foi posto à prova em inúmeros testes clínicos, tendo os cientistas descoberto que é decisivo em casos de cancro da bexiga e outros 40 tipos diferentes de patologias oncológicas. E, mais crucial ainda, a substância parece não afectar as células saudáveis, ou seja, não causa os habituais efeitos secundários relacionados com outros tratamentos, como é o caso, por exemplo, da quimioterapia.

Roger Karlsson, da Universidade de Gotemburgo, afirma que o HAMLET «é produzido através da combinação da alfa-lactalbumina do leite materno com o ácido oleico presente no estômago dos bebés» e «ataca o núcleo das células tumorais», para além de «espoletar os mecanismos de morte celular programada». O especialista revelou ainda que o HAMLET foi descoberto por acaso, quando a equipa que dirige «estava à procura de substâncias antibióticas do leite materno».

Os primeiros testes determinaram, segundo o mesmo cientista, redução dos tumores em pacientes com cancro na bexiga que foram injectados com o HAMLET. Numa entrevista ao jornal britânico Telegraph, Karlsson afirmou que o próximo passo é o de determinar de que forma o composto poderá vir a ser usado em larga escala. Algo que deverá acontecer «no espaço de cinco anos e como complemento aos processos de qumioterapia».

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Quimicos relacionados com puberdade precoce em raparigas

Estudo muito interessante!!

"Cientistas acreditam que químicos encontrados em latas de comida, vernizes para unhas e shampoos podem estar a desencadear a puberdade precoce em raparigas, pondo-as em grande risco de cancro e diabetes."

Chemicals found in food cans, nail varnish and shampoos could be triggering early puberty in girls, putting them at greater risk of cancer and diabetes, scientists believe.


Podem ver a noticia inteira aqui:
telegraph

terça-feira, 16 de março de 2010

Amamentar reduz a barriga (a longo prazo)

E ainda mais uma(de muitas muitas muitas outras) razão para dar a maravilhosa maminha ao bebé!!:)
Amamentar reduz a barriga (a longo prazo)
Um bónus para quem amamenta: menos barriga, décadas depois, menor risco de doenças cardíacas.
Para além de todas as vantagens que a amamentação tem para o bebé e para a mãe, investigadores descobriram agora que a boa forma das mães não se limita aos meses após o parto. As mães que amamentam têm menos gordura abdominal, um efeito ainda visível décadas depois.

Mulheres de meia idade que amamentaram de forma consistente têm em média menos 6,6 cm de cintura do que aquelas que não amamentaram. Para além da questão estética, as mulheres que amamentaram têm benefícios ao nível da saúde: a gordura mais prejudicial para as mulheres é a que se acumula na barriga e a amamentação parece de facto ser um factor de protecção para esta «gordura má».

O efeito positivo da amamentação na protecção de doenças cardíacas pode assim estar relacionado com esta diminuição de um factor de risco que é a gordura abdominal
O estudo, realizado na vai ser apresentado numa conferência sobre doenças cardiovasculares organizada pela American Heart Association.
Fonte:IOLMãe

segunda-feira, 1 de março de 2010

Dor do parto é benéfica


A dor do parto tem uma série de efeitos benéficos para a mulher e para o bebé que são anulados quando a paciente opta por dar à luz com anestesia epidural, embora a técnica seja útil e imprescindível em alguns casos.
É o que afirma Denish Walsh, obstetra e professor da Universidade de Nottingham, em artigo publicado na revista "Evidence Based Midwifery" no qual explica que a dor é um rito de transição que ajuda a regular o parto.
Segundo Walsh, além de contribuir claramente com a fisiologia do parto, ajuda a fortalecer o vínculo entre a mãe e o filho e prepara a mulher para as responsabilidades da maternidade.
Sem menosprezar o valor da anestesia epidural, que pode ser fundamental em alguns casos, o professor aponta que seu uso aumentou muito nos últimos 20 anos, apesar da disponibilidade de outras alternativas menos invasivas contra a dor.
Entre as vantagens de optar por um parto natural, além de razões médicas, está o prazer desse rito fisiológico que culmina com o nascimento do bebé, junto ao fato de que a própria dor induz à libertação de endorfinas, que dão uma sensação de euforia e bem-estar, destaca o especialista.
Walsh afirma que alguns estudos demonstraram que a anestesia epidural aumenta a probabilidade de ter que induzir as contracções com tratamentos hormonais e é mais frequente o uso de fórceps para ajudar a saída do bebé.
No Reino Unido, o uso da anestesia aumentou 17%, entre 1989 e 1990, e 33%, de 2007 para 2008.
O professor recomenda ao Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) outras alternativas de alívio à dor como ioga, massagem e tratamentos em piscinas.